Relação Com O Meio Social

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Descubra a Tuberculose em 10 Lições fáceis


Relação com o meio social

Tuberculose tem cura, preconceito também.

Ninguém deve ter vergonha porque pegou tuberculose. Isso pode acontecer a qualquer pessoa.

  1. Na luta contra a tuberculose, é importante enfrentar o estigma e o preconceito que se abatem sobre as pessoas doentes.
  2. O medo e a desinformação facilitam a transmissão e dificultam o tratamento da tuberculose.
  3. Devemos ser solidários e participar das atividades das organizações não governamentais, igrejas e grupos de ajuda mútua que trabalham no combate à tuberculose.

Acolhimento e atenção fazem bem!

Quando se descobre a doença, as pessoas que convivem com o doente já foram expostas ao risco de se infectar e adoecer.

Muita gente, por medo e desinformação quanto à doença, evita o contato e isola a pessoa doente. O preconceito e a discriminação fazem muito mal a quem precisa de carinho, apoio e solidariedade nesse momento.

Tuberculose não pega ao usar os mesmos pratos, copos, talheres, toalhas ou vaso sanitário que a pessoa doente usa. Tuberculose também não pega no beijo, no abraço e na relação sexual.

Então, não adianta nada isolar a pessoa doente. Pelo contrário, isso diminui as chances dela enfrentar a situação e vencer a doença. Nessa fase, alguns cuidados são necessários:

  1. Procure saber se o doente está se tratando corretamente.
  2. Lembre à pessoa doente de colocar a mão na boca ao tossir, falar ou espirrar.
  3. Procure o profissional de saúde para pedir orientação, sempre que precisar.

Depois que uma pessoa com tuberculose começa o tratamento, aos poucos vai diminuindo o risco de contágio, até que depois de 15 a 30 dias, acaba o risco de transmissão. É o médico, através do exame do escarro, que diz se a doença ainda pode ser transmitida ou não.

O apoio da comunidade e dos familiares

O paciente e a sua família devem buscar apoio em sua comunidade. Quando os vizinhos e amigos são solidários, todos se beneficiam, desde a pessoa que está doente até aquelas com quem ele convive. Manter elevada a auto-estima da pessoa doente é muito importante para ajudá-la a levar o tratamento até o final.

A maior preocupação deve ser com as pessoas doentes que não deram
início ao tratamento. Por isso é importante todos conhecerem as manifestações da doença para procurar o serviço de saúde logo nos primeiros sinais.

O maior conhecimento sobre a tuberculose ajuda a diminuir o estigma e o preconceito associados à doença.

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