INÍCIO DA URBANIZAÇÃO

Embora já existissem grandes cidades na Antiguidade (Roma, em 100 d.C., possuía 650.000 habitantes), a humanidade só

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presenciou seu extraordinário crescimento no momento da Revolução Industrial. O baixo nível técnico da agricultura demandava grande quantidade de recursos humanos para realizar maiores receitas, o que impediu o emprego dessa mão-de-obra na indústria (essencialmente na indústria de base). Graças aos progressos dos transportes, as cidades tornaram-se menos dependentes das suas proximidades, uma vez que o alimento para o crescente número de habitantes da cidade poderia ser transportado de distâncias maiores. Ao mesmo tempo, isso exigiu cada vez mais trabalhadores nas fábricas. A urbanização era, simultaneamente, tanto o resultado como a causa da Revolução Industrial. Um exemplo é a população de Londres: esta passou de 45 mil a 865 mil habitantes entre o século XV e início do século XIX. Ao mesmo tempo, cresceu a parcela da população urbana no total da população mundial: no início do século XIX, 20,3 milhões de pessoas viviam em cidades (3% da população total mundial); em 1900, esse número já era 224,4 milhões de pessoas (13,6%); em 1950, 729 milhões de pessoas (28.8%); em 1980, já haviam 1,82 bilhão de pessoas vivendo em cidades (41,1%).

A urbanização teve grande influência sobre os hábitos diários das pessoas. Em vez da tradicional família patriarcal rural, onde várias gerações viviam sob um mesmo teto, havia uma família constituída de um homem, sua mulher e seus filhos. Isto também resultou em mais individualismo (porque os laços familiares eram mais flexíveis).

Na Europa e na América do Norte, a primeira fase da urbanização foi concluída entre as décadas de 30 e 50. Em alguns países da América Latina e Ásia, a urbanização está quase completa. Nos outros países asiáticos e latino-americanos, esse processo ainda pensam nas áreas onde os agricultores tem esperança de uma vida melhor para viver. Em muitos países africanos, o processo de urbanização ainda nem começou.

- A Urbanização na Europa- 75% das pessoas hoje vivem na Europa em media no total, a maior porcentagem dos 5 continentes. Algumas cidades chegam a quase 3000 anos de idade como Roma e Atenas so perdendo em idade para algumas cidades no Egito e Oriente Medio; Turquia e China e India. Sera analisado somente a partir do periodo romano, embora existissem cidades desde antes do periodo grego mas sem toda a europa e sem a unidade europeia. Os periodos sao o seguinte:

1) Romano e etrusco= seculo VIII a.C- II d.C, apice a partir do seculo II a.C 2) A 1a idade media e a retração urbana romano germanica medieval: seculo III d.C- X d.C 3) O renascimento urbano da idade media central dos seculos XI, XII e XIII 4) As cidades no renascimento: seculos XIV e XV 5) As cidades na idade moderna: seculos XVI a XVIII 6) As cidades no seculo XIX a XX

2) A retração da 1a idade media e a herança romano germanica na alta idade media

Por volta do seculo III d.C, o imperio romano que ja tinha o periodo de glorias como passado passa a se desfacelar tanto no ocidente(Galia, Iberia, Italia, Bretanha e Germania e Africa) como no oriente(Egito, Dacia, Tracia, Grecia, Macedonia, Palestina e Siria e Bizancio), mas sobretudo na parte mais ocidental os impactos foram maiores.

A economia romana de base sobretudo rural-latifundiaria-escravista em grandes propriedades rurais no ocidente tendendo quase a monocultura, chegou ao seu limite de contradições explicita, em por volta ja de meados do seculo III d.C pela decadencia do sistema escravista com o fim das conquistas, a queda do numero de escravos e o aumento de custo deles e dos produtos por eles gerados(inflação e crise monetaria e alimenticia), e com também: as crises economicas(escravismo, alimento e comercio) e a inflação acelerada nos seculos III, IV e V; o abandono de cidades e aldeias no ocidente a partir dos seculos II ou III, mas mais intenso no seculo IV e V; o fechamento das estradas que ligam as principais cidades por estarem abandonadas; a queda do rendimento econômico total no império gerado pela escravidão a partir da pax romana no seculo I e as crises de abastecimento de alimentos em todo o imperio e a capital a partir do seculo II, fez ocorrer um processo de "naturalização" da economia com o colonato ou uma ruralização, que dariam num futuro bem distante na genese do sistema feudal ocorrido 800 anos depois no qual um colono romano recebe do proprietário de terras alem de uma liberdade semi-servil, um pedaço de terra para cultivar, proteção e parte da produção na sua mão em troca de pagamentos e de um contrato fixado entre as partes a um proprietário que mais tarde viria a se tornar seu único senhor.

No ocidente as cidades criadas em estilo romano nos seculos I a.C e I d.C como Marselha; Londres; Paris; Bruges; Colonia; Dresden; Napoles e Roma foram inteiramente abandonas assim como varias aldeias e cidades medias ou entraram em retração econômica e demográfica, e o nível urbano no ocidente e o tamanho das maiores cidades no ocidente atinge seu ponto mais baixo em perto do ano 1000.

Enquanto no ano de 120 d.C a população na cidade de Roma era de aproximadamente 1,7 milhões, a maior do mundo e do ocidente,, em 650 e no ano 1000 chegou a apenas 20000 pessoas, entre o fim do seculo VII e inicio do XI, quase 90 vezes menos.

As cidades no ocidente(Europa), nessa 1a idade media, com a formação e consolidação do cristianismo no ocidente como religião oficial, a crise do império romano nos seculos III,IV e V e a formação da igreja como corpo politico do cristianismo, tendem a partir ja do seculo VI e VII d.C a ser sedes monasticas ou cidades monásticas com igrejas e monastérios e uma elite extra- mundana de monges e de entesourar obras da antiguidade clássica; relíquias e dinheiro.

Mesmo assim há exceções nesse período: com a invasão árabe na Peninsula Iberica a Iberia passa a ser regiao mais rica ; urbanizada e intelectualizada do ocidente nos seculos VIII, IX e X(por volta do ano 1000) com cidades como Toledo; Coimbra; Granada e Medina del Campo.

Milao e Ravena passam a ser importantes centros urbanos construidos com a decadencia, nos seculos IV e V e Ravena passa a ser a capital do imperio no seculo V.

O conceito de cidades nesse periodo ou é de um centro de retirada para monges (cristão arcaico) como os monasterios ou passa a ser o lugar de pessoas "mundanas" como judeus; banqueiros e mercadores

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