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* Conheça alguns tipos de materiais que podem ser reciclados

- Papel, - latas de refrigerante, - caixas de fósforo, - garrafas Pets, - caixas de leite e de molho de tomate, - tubo de pasta de dente, - embalagens de biscoitos, - pneus, - banners, - talheres sem uso,- restos de materiais usados para fabricação de calçados, - jornal, - calças jeans, - bobinas de filme fotográfico, - retalhos de tecido, - fibra de coco ou bananeira, - papelão, - palitos de picolé, - lona de caminhão, - entre outros.

* Saiba qual o tempo de degradação de alguns produtos

- Aço – mais de 100 anos
- Alumínio – 200 a 500 anos
- Chiclete – 5 anos
- Cordas de nylon – 30 anos
- Embalagens de leite – até 100 anos
- Embalagens Pet – mais de 100 anos
- Filtros de cigarros – 5 anos
- Metais – cerca de 450 anos
- Papel e papelão – cerca de 6 meses
- Plásticos – até 450 anos
- Sacos e sacolas plásticas – mais de 100 anos
- Cerâmica, esponjas, isopor, louças, luvas de borracha, pneus e vidros - indeterminado

* Já existe algumas cidades que gerenciam a reciclagem do entulho

- São Paulo
A prefeitura implantou, em 1991, uma usina de reciclagem com capacidade para 100 toneladas/hora, produzindo material utilizado como sub-base para pavimentação de vias secundárias, numa experiência pioneira no Hemisfério Sul.

- Londrina
Em 1994 foi inaugurada a Central de Moagem de Entulhos, sendo a primeira cidade do Paraná a dar este passo.
A Central iniciou sua produção com mais de 1.000 tijolos/dia, destinados para a construção de casas populares, e que são produzidos até hoje. Além do reaproveitamento, os quase 4 mil pontos de despejos de entulho detectados no município foram praticamente extintos. Hoje chegam à Central cerca de 100 caminhões de entulho por dia – 300 toneladas em média (das cerca de 400 toneladas produzidas diariamente na cidade); 10 a 15% delas são processadas e viram brita e o restante é reaproveitado em pavimentações diversas,
como calçamento de praças e logradouros públicos.
[COMURB – tel.: (043) 336-5544; AMA (Autarquia do Meio Ambiente) –
tel.: (043) 337-4132 ; Central de Moagem – tel.: (043) 326-6003]

- Belo Horizonte
Cerca de 50% dos resíduos coletados diariamente em Belo Horizonte são entulho da construção civil. Em consequência disso a SLU criou e implantou o Projeto da Reciclagem de Entulho, com o objetivo de eliminar pontos clandestinos de descarte, garantir maior vida útil ao Aterro Sanitário, gerar material de construção alternativo a baixo custo para ser utilizado em substituição a materiais convencionais, contar com a participação da população na entrega de entulho nas unidades de recebimento apropriadas e solucionar o problema dos pequenos geradores através da distribuição no município de Pontos de Entrega Voluntária de Entulho. Belo Horizonte conta hoje com duas Unidades de Reciclagem de Entulho, localizadas nos bairros Estoril e Pampulha, com capacidade de processamento de 120 e 240 toneladas/dia, respectivamente (em 1998).

- Ribeirão Preto
A cidade produz, em média, 900 toneladas de entulho por dia; 25% desse material são operados na Usina de Reciclagem de Entulhos da Construção Civil e o material produzido é utilizado na recuperação de estradas municipais sem pavimentação. O gerenciamento desta usina é feito pelo Dermurb. [Tel.: (016) 624-4959.]

- São José dos Campos
Fundada em 1997, a Usina de Reciclagem de Entulhos foi desativada há cerca de um ano (junho de 1998), com previsão de reabertura em agosto de 1999. Chegou a receber até 10 caminhões/dia, com um total aproximado de 60 toneladas de entulho misto. A taxa de processamento de entulhos na Usina chegou a 30%, utilizados em áreas rurais sem pavimentação (apenas uma pequena parcela era de entulho "limpo", utilizado na produção de tijolos e blocos). O gerenciamento é feito pela Secretaria de Serviços Municipais da Prefeitura Municipal de São José dos Campos. [Tel: (12) 345-9500/345-9533 - R.]

* Casa flutuante construída com garrafas pets e materias recicláveis

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* Exposição mostra casa construída com material reciclável

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O lixo é transformado em peças como luminárias, sofás, cadeiras e quadros.
Curador diz que intenção é conscientizar sociedade.

Quarto infantil montado com materiais reciclados - clique e veja galeria (Foto: Cláudia Loureiro)
O lixo vira luxo em uma casa montada com materiais reciclados e reaproveitados. Na exposição “Reciclasa”, no Flamengo, na Zona Sul do Rio, uma casa inteira foi construída e decorada com peças que seriam descartáveis.

O material de construção convencional foi substituído por material reciclado. Tubulações são feitas com garrafas plásticas. As paredes são revestidas com tubo de pasta de dente, caixas de leite ou fibra de coco. O chão é feito com pneus. O sofá é forrado com calças jeans.

A idéia do projeto, no entanto, não é só montar a estrutura com materiais reciclados. No interior dos cômodos é possível ver peças de decoração feitas a partir de ferro-velho, caixinhas de filme fotográfico, latas de alumínio, embalagens de ovos e garrafas plásticas. No quarto infantil, uma parede expõe joaninhas, borboletas, vespas e gafanhotos feitos a partir de garrafas Pets. O móbile é feito com palitos de sorvete pintados e o pufe colorido utiliza restos de materiais usados para fabricação de calçados. Há ainda roupas e calçados feitos com materiais como pneus e lonas de caminhão.

Segundo o curador da exposição, Jason Prado, o objetivo é levar para a população os conceitos de reciclagem, reaproveitamento e redução de resíduos. “Tivemos uma percepção de que muitas coisas estavam sendo feitas e daria para montar uma casa, mas ainda não tinha nada organizado. Montamos a exposição para mostrar que tudo pode ser aproveitado”, diz Jason.

- Conscientização da sociedade
Jason afirma que o primeiro passo para que a reciclagem dê certo é a conscientização e mobilização de toda a sociedade. “Indústrias de embalagens, por exemplo, produzem muito lixo. Podemos mostrar que o papelão pode virar um banco lindo e confortável. O Brasil é recordista mundial de reutilização de alumínio, com quase 95% sendo reaproveitado. Mas ainda perdemos muito em lixo orgânico”, explica.

O curador argumenta ainda que um lixão para ser reabsorvido pela natureza levaria em média 500 ou mil anos, dependendo do tipo de lixo que tem. Mas ele acredita que num futuro próximo, o consumo será mais consciente. "Acho que em cinco anos teremos indústrias governamentais muito grandes fazendo os conjuntos habitacionais com esse recurso”.

Além da qualidade, a beleza dos objetos expostos também passou a ser levada em consideração. “Há 10 anos, você tinha a idéia de que em se tratando de material reciclado não haveria senso estético. Hoje, você tem bancos e cadeiras premiados com um design maravilhoso feitos com coisas de lixo. A indústria está fazendo isso com mais cuidado. O produto agrega hoje, além do custo do desenvolvimento, o valor de beleza”, explica Jason Prado.

* O sistema chamado Bloomframe

- A janela que se transforma em varanda.

- Bloomframe é uma janela "dinâmica" que com um toque num botão se transforma numa varanda.
É uma ideia criativa que pode ser de grande utilidade principalmente quando usada em "apartamentos compactos", em zonas urbanas de grande densidade.

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