Fenômenos Urbanos

CONUBARÇÃO

A conurbação é um fenômeno urbano que ocorre quando duas ou mais cidades se desenvolvem uma ao lado da outra, te tal forma que acabam se unindo como se fosse apenas uma.
Um exemplo clássico de conurbação é aquele que aconteceu entre a cidade de São Paulo e os municípios vizinhos (Santo André, São Caetano, São Bernardo, Diadema e Guarulhos). Neste caso, a cidade de São Paulo cresceu tanto que acabou “encostando” nos municípios vizinhos, formando um aglomerado urbano conhecido como Grande São Paulo.
A conurbação pode apresentar efeitos negativos caso não ocorra um eficiente planejamento urbano, pois os problemas de uma cidade podem ser transferidos para as vizinhas.

METRÓPOLE

Metrópole é um termo que pode designar a cidade principal ou capital de um determinado país ou província, ou ainda, alguma cidade que, por algum motivo, exerce influência (cultural, social, econômica) sobre as demais cidades da região metropolitana. Pode designar, também, de forma oficial, a cidade principal de um conjunto de cidades que encontram-se unidas geograficamente. A esse processo de junção das cidades devido ao crescimento horizontal das mesmas, dá-se o nome de “conurbação”. E à região onde ocorre a conurbação, chama-se de “região metropolitana”.

MEGALÓPOLE

Megalópole é uma vasta área urbanizada, resultante da conurbação de duas ou mais metrópoles. A principal megalópole do mundo concentra-se nos EUA e abrange a área que vai desde Boston até Waschington, tendo como centro maior Nova Iorque. A megalópole brasileira está sendo formada na área compreendida entre a Grande São Paulo e o Grande Rio de Janeiro, passando pelo vale do Paraíba, onde se localizam cidades como São José dos Campos, Taubaté, Resende, Volta Redonda e outras.

METROPOLIZAÇÃO

é o processo em que as cidades de uma região metropolitana (ou apenas uma cidade fora de região metropolitana) estão em via de se tornarem uma [http://wapedia.mobi/pt/Metr%C3%B3polemetrópole], ou seja, prestes a abrigar mais de 1 milhão de habitantes em uma região ou apenas em uma cidade. No Brasil, é um fenômeno recorrente, pois se até 1960 o país tinha apenas 2 cidades com mais de um milhão de habitantes, este número hoje é bem superior. Este processo, cumpre ressaltar, costuma, ao menos no que se refere ao Brasil, vir acompanhado de um sem número de problemas sociais originados quer da precariedade das condições dos migrantes que chegam na área em processo de urbanização, quer da oferta reduzida de infra-estrutura nas comunidades urbanas dessas regiões.Ressalta-se também que o processo de metropolização pode ocorrer sem que haja necessariamente a formação de uma metrópole. Isto ocorre em áreas metropolitanas em que, mais do que a influência de uma metrópole sobre áreas adjacentes, se percebe isto sim, um rearranjo das governanças locais em prol de maior cooperação, como é o caso das áreas metropolizadas de Santa Catarina, Portugal e da Espanha. Assim, criam-se áreas metropolitanas como as do Minho, A Coruña e Joinville, que são áreas metropolitanas sem metrópole. Neste caso, em função mesmo do planejamento prévio, as conseqüências sociais costumam ser mais positivas

Deve se notar que as metrópoles quando se juntam formam uma megalópole

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